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A Biologia e os Desafios da Atualidade

Exploração das potencialidades da biosfera

A biosfera é um subsistema terrestre que inclui todos os organismos existentes e as suas inter-relações, bem como os ambientes em que se desenvolvem.

Biomas.

Na superfície terrestre consideram-se vastas áreas caracterizadas pelo clima, pelo solo, pela flora e pela fauna designadas por biomas.

  • Gelo Polar

Gelo Polar.

Bioma que devido à sua localização geográfica reúne em conjunto com o deserto, as piores condições de habitabilidade terrestre.  É também conhecido por DESERTO GELADO.

Não se notam as estações do ano. As temperaturas são sempre negativas, sendo o pólo sul mais frio que o pólo norte. Embora o solo esteja coberto de gelo, a humidade é reduzida e a precipitação é sempre sob a forma de gelo. A biodiversidade é muito reduzida.

Os ventos polares são frequentes. O pólo sul é um continente enquanto que o pólo norte é oceano gelado.

  • Taiga

Floresta de coníferas.

Este nome teve origem na Sibéria; os Invernos são longos e frios a chuva não é frequente e quando acontece cai em forma de neve, aqui as temperaturas são sempre negativas. Muitos animais hibernam nas estações mais frias e acordam para se alimentarem nas menos frias adaptações.
As árvores são principalmente da família das coníferas (pinheiros),que são árvores de folha persistente.

  • Floresta de folha caduca

Floresta de folha caduca.

Existe uma grande biodiversidade, as 4 estações do ano estão bem marcadas e a temperaturas médias ronda os 22ºC. Raramente estas florestas atingem temperaturas negativas. A humidade é elevada e a precipitação é feita sob a forma de chuva.

As árvores são de folha caduca e podem-se encontrar uma grande diversidade de seres, tais como: lobo, raposa, corujas, roedores, ursos veados… Este bioma caracteriza a maior parte das regiões de Portugal.

  • Altas montanhas

Altas montanhas.

Devido às grandes altitudes (acima de 3.000 m) as montanhas não apresentam vegetação. A cobertura vegetal é composta de plantas orófilas, que formam uma vegetação rasteira – os campos alpinos, com cerca de 200 espécies que se adaptaram às baixas temperaturas e à seca. Esse bioma aparece nas grandes cadeias montanhosas, como os Andes, as Montanhas Rochosas, os Alpes e outros.

  • Chaparral

Chaparral.

O chaparral corresponde a áreas que são sujeitas a significativas chuvas invernais, mas cujos verões, muito quentes, são típicos das latitudes desérticas nos quais se localizam.

A vegetação consiste num número significativo de espécies arbustivas, com algumas espécies herbáceas entre elas. A vegetação arbustiva produz um considerável aumento da massa viva que está sujeita a frequentes incêndios que originam um meio característico.

  • Floresta tropical

Floresta tropical

A biodiversidade é máxima, os seres vivos são muito coloridos. Não se notam grandes diferenças de temperatura entre as estações. A humidade é máxima. A temperatura é cerca de 22 a 25ºC durante o ano inteiro. É o bioma da Amazónia.

Nestas florestas a folhagem das árvores é muito densa e a altura média chega aos 30 metros, do modo que no solo existe muita pouca claridade; tornando estes locais húmidos. Na fauna existe uma grande biodiversidade.

  • Savana

Savana.

Uma savana é uma região plana cuja vegetação predominante são as gramíneas, com árvores esparsas e arbustos isolados ou em pequenos grupos. Normalmente, as savanas são zonas de transição entre bosques e prados. A savana é o  bioma típico das regiões de clima tropical com estação seca.

  • Deserto

Deserto.

A biodiversidade é mínima, os seres vivos apresentam adaptações à falta de água e à temperatura. Não existem estações do ano e as amplitudes térmicas são grandes. A humidade é quase nula. Todos estes factores tornam o deserto num dos piores biomas da Terra.

Existem grandes tempestades no deserto, que no caso dos desertos arenosos podem mudar completamente a paisagem.

  • Pradaria

Pradaria.

Uma pradaria é uma planície vasta e aberta onde não há sinal de árvores nem arbustos. São regiões muito amplas e oferecem pastagens naturais para animais de pastoreio e as principais espécies agrícolas alimentares foram obtidas das gramíneas naturais através de seleção artificial. O clima varia bastante: as pradarias tropicais são quentes durante o ano, mas as pradarias temperadas têm estações quentes e frias e seu clima é húmido.

  • Tundra

Tundra.

A biodiversidade é superior ao polar. As estações do ano já se notam, embora as temperaturas sejam quase sempre negativas todo o ano. A precipitação é sempre sob a forma de neve. Os solos não chegam a descongelar na totalidade, tendo como consequência, a inexistência de árvores.  

Consequências da ação antrópica nos ecossistemas

  • Desflorestação

A destruição intensiva de habitats florestais tem atingido todo o tipo de florestas, as mais afetadas são as florestas tropicais.

Desflorestação

Entre as principais causas antrópicas de desflorestação podem referir-se:

  • Conversão em vastas áreas destinadas à agricultura e pecuária;
  • Fragmentação devida à construção de vias de comunicação e expansão de centros urbanos;
  • Sobrexploração de madeiras;
  • Introdução de espécies invasoras;
  • Poluição atmosférica;
  • Incêndios.

Incêndios florestais.

Ilustração sobre a desflorestação.

Coloquei a ilustração anterior com o intuito de alertar as pessoas que se nada fizermos para parar com a desflorestação, as árvores irão se extinguir e supostamente os nossos descendentes não saberão o que são árvores, mas se pensarmos bem chegamos à conclusão que SEM ÁRVORES NÃO HÁ VIDA!, logo temos de fazer tudo o que pudermos para combater a desflorestação.

  • Agricultura

A maioria dos novos terrenos agrícolas são provenientes de desflorestação.

Monocultura intensiva.

Monocultura é a produção de apenas um único tipo de produto agrícola.

Agricultura tradicional.

Na prática agrícola tradicional, para além da aplicação no solo de matéria orgânica de origem animal ou vegetal, como adubos, outras técnicas foram desenvolvidas no sentido de manter a fertilidade dos solos agrícolas.

  • Pousio: o terreno é dividido em áreas, ficando uma delas, alternadamente, por cultivar durante algum tempo.
  • Rotação de culturas: o terreno é dividido em diversas áreas de modo que em cada ano todas as parcelas sejam cultivadas com diferentes espécies previamente selecionadas.

Rotação de culturas.

  • Associação de culturas: diversas espécies com diferentes características são cultivadas simultaneamente.

Associação de culturas.

  • Degradação dos solos

O solo constitui uma camada relativamente fina e muito frágil à superfície dos continentes.

A erosão dos solos é um processo natural, mas a ação humana é responsável pela aceleração desse processo, podendo mesmo conduzir à desertificação.

A degradação do solo constitui um grande problema mundial.

  • Desertificação

A desertificação consiste na perda da parte superior do solo, deixando terrenos agrícolas outrora produtivos sem possibilidade de serem cultivados. A desertificação é uma consequência do clima e das ações antrópicas.

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